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O WhatsApp do escritório com vários advogados

O arranjo é quase sempre o mesmo. Existe um número — o do cartão, o do site, o do Google — e ele mora num celular. Esse celular fica na recepção, ou na gaveta de alguém, ou é o aparelho pessoal do sócio mais novo. Quando o volume cresce, aparecem os três problemas de sempre.

Problema 1: a mensagem lida por todo mundo e respondida por ninguém

Num número compartilhado, “lida” não quer dizer “tratada”. Três pessoas abrem, cada uma supõe que outra vai responder, e a conversa desce na lista. Em advocacia isso tem um agravante que outros setores não têm: algumas dessas mensagens têm prazo.

Uma intimação recebida em casa, uma audiência marcada, um contrato para assinar até sexta. O custo do esquecimento não é um orçamento perdido — pode ser perda de direito e responsabilidade civil.

A correção não é cobrar mais atenção. É tirar a informação da cabeça e colocá-la num campo: prazo em curso, preenchido na triagem, visível na fila. O dia do escritório passa a ser ordenado por ele.

Problema 2: o histórico que vai embora com quem sai

Enquanto as conversas estão no aparelho de uma pessoa, o relacionamento também está. Se essa pessoa sai do escritório, sai levando o histórico do caso, o contexto do cliente e, às vezes, o próprio contato.

Quem assume o caso recomeça do zero e pede ao cliente informações que ele já deu duas vezes — a maneira mais eficiente de parecer desorganizado justo com quem está julgando se confia o problema àquele escritório.

Problema 3: ninguém sabe quem atendeu o quê

Sem responsável nomeado, dois advogados respondem à mesma pessoa com informações diferentes, ou o contato circula pelo grupo interno até alguém assumir. Some-se a isso um estagiário respondendo dúvida que só o advogado deveria responder e o problema deixa de ser de organização e passa a ser de risco.

O arranjo que resolve

Não é trocar de número, e não é um número por advogado — isso multiplica o problema em vez de resolver.

  1. O número continua o mesmo e passa a ser conectado a uma plataforma de atendimento.
  2. Cada advogado tem o próprio acesso. O histórico é do escritório e continua lá quando alguém sai.
  3. Todo contato vira um registro com assunto, data do fato, prazo em curso, responsável e próxima ação — a saída natural de uma triagem bem feita.
  4. A primeira resposta não espera ninguém. Fora do horário, um agente conduz a triagem, registra o caso e deixa a conversa pronta para o advogado — sem opinar sobre o caso e sem falar em honorários, pelos motivos descritos em o que a OAB permite.
  5. Quem já tem advogado constituído é encerrado com orientação, sempre.

O que muda na prática, em duas semanas

  • A fila do dia é ordenada por prazo, não por ordem de chegada.
  • Ninguém é atendido duas vezes por pessoas diferentes.
  • A saída de um advogado deixa de ser um evento de perda de informação.
  • O sócio consegue responder, no fim do mês, quantos contatos chegaram, quantos eram caso e quantos viraram contrato — pergunta que hoje quase nenhum escritório sabe responder.

Como isso fica no Repliq: o número atual do escritório é conectado à plataforma, cada advogado tem seu acesso, e o agente cobre o horário em que ninguém está disponível. Detalhes na página de advocacia.

Perguntas frequentes

Vários advogados podem usar o mesmo número de WhatsApp?

No aplicativo comum, não de forma organizada: o WhatsApp Business permite poucos aparelhos conectados e não separa quem atendeu o quê. A saída é conectar o número a uma plataforma de atendimento, em que cada advogado tem o próprio acesso e o histórico fica no escritório, não no celular de alguém.

Se o advogado sair do escritório, o histórico vai com ele?

Se as conversas estiverem no celular dele, vão — junto com o contato do cliente. É o motivo mais forte para centralizar o atendimento: o histórico é do escritório e precisa continuar acessível a quem assumir o caso.

Como garantir que uma mensagem com prazo não fique sem resposta?

Marcando prazo em curso como campo do atendimento, e não como lembrança de quem leu. Quando o registro tem esse campo, a fila do dia se ordena por ele — e a mensagem lida e esquecida deixa de existir, porque o pendente aparece na lista de alguém com nome e data.

Precisa trocar de número para organizar?

Não. O número que já está nos cartões, no site e no Google se mantém: ele é conectado à plataforma e passa a ser atendido por várias pessoas ao mesmo tempo.

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